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Este vídeo de 5 minutos decreve a qualidade deste enxerto autógeno bem como suas vantagens e desvantagens na aplicação cirúrgica em implantodontia e PERIODONTIA

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TUBEROSIDADE ENXERTO EM PERIODONTIA

A necessidade de correção de pequenos ou de grandes defeitos ósseos para colocação de implantes e posterior reabilitação tornou-se rotineira na prática da Implantodontia. As técnicas de enxerto ósseo e de  econstrução parcial ou total da maxila e da mandíbula e das áreas doadoras são avaliadas, basicamente, de acordo com o grau de perda óssea, do planejamento cirúrgico-protético e das condições gerais do  aciente. Há muitas discussões e controvérsias a respeito da utilização de materiais para enxerto e reconstrução óssea, podendo ser usados tanto o osso autógeno quanto materiais alógenos e aloplásticos. No   ntanto, os melhores resultados foram relatados com o osso autógeno, por sua capacidade osteogênica e  osteoindutora, além não desencadear uma resposta imune específica, tornando-o o material de enxertia  deal1   . A escolha das possíveis áreas doadoras para reconstrução óssea depende, principalmente, do volume ósseo necessário e do tipo de defeito ósseo2  . Frequentemente, as desvantagens associadas a esta   bordagem extrabucal estão relacionadas à necessidade de segundo sítio cirúrgico, riscos de injúrias vasculares e neurológicas e morbidade pós-operatória3 .  O material reconstrutivo ideal para substituição óssea   everia facilitar a revascularização, a osteogênese e  a osteoindução, não exibir propriedades antigênicas, existir em abundância sem necessidade de sítio doador e prover adequada estabilidade e suporte4 .  Dentre  s materiais utilizados para substituir o enxerto autógeno, o osso alógeno ou homógeno aparece  como uma alternativa viável, com elevados índices de sucesso em procedimentos de regeneração óssea guiada, podendo, também, ser utilizado sozinho ou em combinação com ossos xenógenos ou aloplásticos. Vantagens adicionais incluem: disponibilidade de grande volume de material, potencial antigênico extremamente   aixo e registro de segurança na odontologia5 .  Os enxertos alógenos apresentam características  osteocondutoras, por fornecerem estrutura para migração das células, e osteoindutoras, por possuírem uma família  de proteínas designadas proteínas morfogenéticas do osso, preservadas mesmo após o congelamento. Essas proteínas  são responsáveis pela quimiotaxia de células mesenquimais indiferenciadas e pela indução   a sua diferenciação em células osteoprogenitoras6 .  Diversas técnicas para a reconstrução dos maxilares atróficos são descritas, todas com o intento de promoverem um aporte ósseo para a reabilitação com os  implantes osseointegráveis. Sendo assim, os indivíduos  edêntulos podem desfrutar de um prognóstico de sucesso  bastante favorável, tendo em vista, a alta previsibilidade de sucesso alcançada nestas modalidades  e tratamento.  TUBEROSIDADE ENXERTO EM PERIODONTIA

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