0 Item
(41) 3023-0800

PERIODONTISTA EM CURITIBA – ENXERTO DE GENGIVA SEM USAR O CÉU DA BOCA

PERIODONTIA – CURITIBA – Enxerto gengival sem utilizar o Palato

A explosão na procura por tratamentos em odontologia estética é um fenômeno relativamente recente cujo e aumenta a cada dia. Entre eles, as novas técnicas e materiais para cirurgia plástica gengival, como o enxerto gengival, vêm ganhando destaque e mostrando-se indispensáveis seja na construção de sorrisos mais harmônicos ou na correção de falhas anatômicas.

Capture 300x236 - PERIODONTISTA EM CURITIBA - ENXERTO DE GENGIVA SEM USAR O CÉU DA BOCA

Enxerto de gengiva sem utilizar o Palato. O tratamento com enxerto gengival é um procedimento odontológico simples porém delicado. Idealizado para ser realizado na técnica autógena, em que o tecido gengival enxertado é proveniente do próprio paciente, ele também pode utilizar materiais alternativos biossintéticos, obtidos a partir de matrizes animais, ou totalmente sintéticos.

Outra característica ímpar da técnica é o seu pós-operatório cuidadoso e cheio de restrições em que a seleção criteriosa da técnica cirúrgica é fundamental para evitar resultados frustrantes frente às inúmeras indicações, prós e contras que precisam ser decoradas antes de iniciar o tratamento. E para que tudo dê certo, conhecer os detalhes deste procedimento que vai muito além da recuperação estética do sorriso é importante.

Como recriar células gengivais em laboratório

Já é uma técnica americana e está em mercado. Utiliza-se de uma peque porção de células do paciente que são transportadas a um laboratório. Neste local, eles desenvolves por bio-engenharia a quantidade que o Dentista quer para realizar a cirurgia. Este tecido é então fabricado e enviado via correio ao dentista para realizar tal procedimento. Tecnologia e menos dor!

O padrão de cuidado para aumentar a gengiva queratinizada adjacente aos dentes que não requerem cobertura radicular é o enxerto gengival livre (FGG). Um estudo piloto indicou que o uso de uma construção celular viva (LCC) pode ser eficaz neste cenário clínico. Foi conduzido um ensaio clínico central, multicêntrico, randomizado, dentro do paciente, controlado e aberto (N = 96 pacientes). Após a remoção da mucosa e da gengiva queratinizada do local do teste, um LCC ou FGG foi aplicado. O endpoint primário de eficácia foi a capacidade do LCC de regenerar ≥2 mm de gengiva queratinizada em 6 meses. As medidas secundárias eram da mesma cor e textura do tecido adjacente, uma largura de 1 mm de gengiva queratinizada em 6 meses, preferência de tratamento do paciente, sensibilidade do local cirúrgico em 1 semana e dor relatada pelo paciente após 3 dias. A segurança foi avaliada por relatórios de eventos adversos. Aos 6 meses, o LCC regenerou ≥2 mm de gengiva queratinizada em 95,3% dos pacientes (81 de 85 pacientes; P <0,001 versus um padrão predefinido de 50%). Como esperado, o FGG gerou mais gengiva queratinizada do que o LCC (4,57 ± 1,0 mm versus 3,2 ± 1,1 mm, respectivamente). A gengiva regenerada com o LCC combinou com a cor e textura da gengiva adjacente. Todos os pacientes alcançaram ≥1 mm de gengiva queratinizada com o tratamento com LCC em 6 meses, e mais pacientes preferiram o tratamento com LCC do que com FGG. Nenhuma diferença na sensibilidade ou dor foi observada entre os tratamentos. Os tratamentos foram bem tolerados e os eventos adversos relatados foram típicos para este tipo de cirurgia periodontal. O uso de um LCC pode fornecer uma terapia segura e eficaz para aumentar a zona da gengiva queratinizada.

Fonte: clique aqui

PERIODONTISTA EM CURITIBA – ENXERTO DE GENGIVA SEM USAR O CÉU DA BOCA

WhatsApp chat