Instituto Ricardo Gapski | Periodontia Curitiba

fone-ricardo-gapsk-completoi      whatsapp-ricardo-gapsk-completoi

PERIODONTIA – CURITIBA – PERIODONTITE

PERIODONTIA – CURITIBA – Espaço Biológico Periodontal

O que realmente representa? Qual a parte da ciência e qual sua aplicabilidade clínica?

Apesar de ser um assunto clássico, conhecido e discutido desde muito, atualmente, muitos profissionais, ainda, durante o tratamento restaurador por falta de conhecimento ou por negligência acabam ocasionando iatrogenias. O espaço biológico é a distância compreendida entre a crista óssea alveolar e a margem gengival livre e, qualquer injúria a ele provocará, inicialmente, uma reação inflamatória, que poderá gerar reabsorção da margem óssea como uma providência orgânica para o seu restabelecimento ou, até mesmo, acarretar a perda dentária em casos mais severos. A busca pelo conhecimento anatômico e histológico desta distância não deve ser restrita a periodontia e, sim, a todos os clínicos que conscientes ou não trabalham nesta área, pois a periodontia está intimamente relacionada, principalmente, a dentística, a prótese e ao implante. O objetivo deste trabalho é ressaltar a importância de se conhecer e de se preservar uma estrutura tão nobre que é o espaço biológico, conhecido de longas datas e até hoje negligenciado e, demonstrar, através de um caso clínico o seu restabelecimento através de cirurgia de aumento de coroa clínica com osteotomia.

 

7) Biologic Width

Gargiulo et al 1961 (Yi-Pin) was the first study to evaluate the dimensions and relations of the dentogingival junction in humans. Measurements were obtained from 30 human jaws. A total of 325 surfaces of 287 teeth were measured. Only healthy sites were used. The areas measured were: a) depth of the gingival sulcus, b) length of the attached epithelium, c) most apical point of the epithelial attachment from the CEJ, d) distance from the base of the sulcus to the CEJ, e) distance of the CEJ from the alveolar bone, f) distance from the most apical point of the epithelial attachment to the alveolar bone (connective tissue). The results indicated that the distance from the base of the epithelial attachment to the crest of the alveolar bone (connective tissue attachment) was the most constant. It had a mean average length in all phases of 1.07mm. The most variable part of the dentogingival junction was the epithelial attachment. Gargiulo’s findings were confirmed by Vacek et al. 1994 (Junro). This study examined dimensions of the dentogingival junction in 10 adult human cadaver jaws in 171 surfaces. The dimensions supported the concept that the connective tissue attachment is a variable width within a more narrow distribution and range than the epithelial attachment. (Vacek, et al., 1994). The measurements of both studies are displayed below:

 

Dentogingival Junction

PERIODONTIA – CURITIBA – Espaço Biológico Periodontal

Gargiulo et al. (1961) Vacek et al. (1994)
Sulcus Depth 0.69mm 1.34 mm
Epithelial Attachment 0.97mm 1.14 mm
Connective Tissue Attachment 1.07mm 0.77 mm
WhatsApp chat