0 Item
(41) 3023-0800

Vídeo descreve o tratamento de peri-implantite, que deve ser feito quando encontramos um implante com doença avançada. A peri-implantite – tratamento, tem como definição tanto terapias cirúrgicas como não cirurgica. Para informações sobre perda óssea PRECOCE. Clique em nosso outro vídeo neste link: https://www.youtube.com/watch?v=3198K…

PERI-IMPLANTITE – TRATAMENTO

As infeções peri-implantes são condições patológicas ao redor de implantes dentários.

A mucosite é uma inflamação e ulceração dos tecidos moles que envolvem um implante, sendo uma resposta hostil aos microrganismos patogênicos periodontais. A peri-implantite, um processo inflamatório destrutivo que afeta tanto o tecido mole e o tecido rígido ao redor de um implante dentário, é mais grave e leva à perda de osso1.

Os sinais e sintomas típicos das doenças, conforme discutidas em várias conferências de consenso, podem ser descritas da seguinte forma2-8:

Mucosite

  • Sangramento à sondagem
  • Vermelhidão e inchaço do tecido mole
  • Ausência de perda de osso que suporta os dentes

Peri-implantite na IMPLANTODONTIA

  • Defeito ósseo em forma de cratera
  • Sangramento e/ou supuração em sondagem
  • Ausência de mobilidade do implante
  • Sondagem de profundidade peri-implantar >4 mm

Um diagnóstico confiável da peri-implantite exige a presença simultânea de todos os sinais e sintomas acima indicados. Uma única característica não é suficiente para o diagnóstico.

dental implant failure symptoms 1 300x199 - PERI-IMPLANTITE

 

PERI-IMPLANTITE – TRATAMENTO

Cirurgias regenerativas
O objetivo da terapia regenerativa, incluindo o uso de membranas como barreiras, é a formação de um osso novo no defeito em forma de cratera ao redor do implante, embora uma “nova” osseointegração possa  correr em uma extensão limitada. Entretanto, somente se a infecção estiver controlada, com ausência de supuração e redução do edema, é razoável discutir um tratamento que restaure o suporte ósseo do implante,  ependendo das considerações estéticas e morfológicas da lesão. (Lang et al., 2000) Segundo Triplett et al., (2003) a regeneração óssea guiada pode ser utilizada para tratar defeito ósseo ao redor de implantes. O  rocesso de ROG envolve a colocação de uma membrana reabsorvível ou não – reabsorvível em cima do defeito, para permitir crescimento de nosso osso enquanto inibe a infiltração de tecido mole, usada com ou  em enxerto de tecido ósseo. Entretanto, preenchimento ósseo e nova inserção parecem melhor alcançadas quando um material de enxerto é utilizado junto com a barreira. Se uma membrana reabsorvível for a  scolha, ela deve permanecer no sítio do defeito por pelo menos 6 semanas, e o paciente deve fazer bochechos de clorexidina 0,12% para diminuir as chances de infecção; se houver exposição da barreira, a  emoção deve ser imediata, para que não haja contaminação dos tecidos em regeneração. (Triplett et al., 2003) Muitos tipos de materiais, incluindo osso desmineralizado liofilizado, osso autógeno, e hidroxiapatita  eabsorvível de origem bovina, têm sido usados em  52 diferentes formas para preenchimento de defeitos ósseos consequentes de periimplantite. Tem sido proposto que um material aloplástico, como hidroxiapatita não – reabsorvível ou vidro bioativo, deva ser usado em superfícies de implante de difícil descontaminação, não atingindo o propósito biológico, mas sendo  efetivo no preenchimento do defeito e minimizando bolsas  eri- implantares. (Triplett et al., 2003) O tratamento regenerativo foi sugerido em defeitos de duas ou três paredes, circunferenciais e de deiscência. O uso de membranas combinadas com enxertos ósseos e a  dministração de antibióticos sistêmicos em procedimentos regenerativos também foram indicados. (Francio et al., 2008) Para Lindhe & Meyle, (2008) procedimentos regenerativos, como técnicas de enxerto ósseo  om ou sem o uso de membranas, resultam em vários graus de sucesso. Entretanto, sabe – se que tais técnicas não solucionam a doença e sim tentam preencher o defeito ósseo já formado. Terapia de Suporte  nterceptiva Acumulativa (CIST) Mombelli & Lang (1998) e Lang et al. (2000) fizeram um trabalho cujo objetivo era chegar a um consenso e estabelecer um protocolo de procedimentos clínicos considerando – se a  obrevivência e as complicações dos implantes, que  denominaram CIST. Este sistema é acumulativo e inclui quatro etapas que não devem ser usadas  como procedimentos isolados, mas sim como uma sequência  e procedimentos terapêuticas com aumento de potencial de desinfecção dependendo da  severidade e extensão da lesão. O diagnóstico, portanto, representa o papel  53 chave no programa de terapia de suporte.  s  rincipais parâmetros clínicos

utilizados já foram discutidos e incluem:
1- Presença ou ausência de biofilme
2- Presença ou ausência de sangramento a sondagem
3- Presença ou ausência de supuração
4- Profundidade de sondagem
5- Evidência radiográfica e extensão da perda óssea alveolar
Esse protocolo inclui quatro modalidades de tratamento:
A = raspagem mecânica e polimento;
B = tratamento anti– séptico;
C = tratamento antibiótico;
D = cirurgia regenerativa ou ressectiva.
Implantes dentários sem evidência de placa ou cálculo adjacente aos tecidos
peri – implantares saudáveis com ausência de sangramento a sondagem,
ausência de supuração e profundidade de sondagem que não excedendo 3 mm
podem ser clinicamente considerados estáveis e não serem um risco
permanente de patologias peri – implantares. Estes implantes devem ser
reavaliados anualmente.

WhatsApp chat