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IMPLANTODONTIA- CURITIBA- ENXERTO ÓSSEO

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No âmbito da cirurgia regeneradora a contínua e crescente necessidade de encontrar soluções rápidas e eficazes na reabilitação dos doentes, levou, nos últimos anos, a um desafio na pesquisa de produtos e técnicas capazes de promover e estimular a regeneração tecidular assim como controlar o processo inflamatório e produzir um pós-operatório cada vez menos traumático e mais previsível. (Martin 2017). Neste contexto os derivados sanguíneos platelet-rich plasma (PRP) and patelet-rich fibrin (PRF) na própria utilização tópica, parecem ter um papel relevante, encontrando-se relacionados com numerosos procedimentos cirúrgicos em muitas áreas médicas, nomeadamente em cirurgia maxilofacial (Del Corso 2012, Simonpieri 2012) cirurgia plástica (Cieslik-Bielecka 2012) e medicina do desporto (Dohan Ehrenfest 2014, Zumstein 2011). O potencial terapêutico baseia-se na produção de fatores de crescimento pelos grânulos α das plaquetas como platelet-derived growth factor (PDGF), transforming growth factor (TGF), vascular endothelial growth factor (VEGF), insulin like growth factor (IGF) and epidermal growth factor (EGF) (Alsousou 2009, Mishra 2009). Além disso as plaquetas libertam uma multitude de proteínas bioativas como a stromal derived factor 1 (SDF-1) que tem uma forte capacidade quimiotática pelas células mesenquimais, macrófagos e fibroblastos, assim como sintetizam matriz extracelular (ECM)
e promovem angiogenese. (De Mos 2008).

Os concentrados plaquetários de segunda geração nomeadamente L-PRF e A-PRF, surgiram no mercado para superar as limitações observadas nos gels de PRP, com base na ideia de que uma maior inclusão de leucócitos numa rede tridimensional de fibrina poderia incrementar o potencial osteogénico e antimicrobiano dos concentrados. L-PRP, L-PRF, A-PRF. Impacto biológico e cirúrgico de Leucócitos e fibrina na evolução dos concentrados sanguíneos.

Neste sentido, os resultados sugeridos pelos autores do novo protocolo parecem confirmar a relevância na regulação do processo inflamatório por causa da maior inclusão dos leucócitos, e o impacto positivo das propriedades mecânicas e biológicas da fibrina no suporte do processo de migração celular e de regeneração tecidular. Contudo, ainda há uma falta de evidência sobre o impacto produzido pelas células brancas o que leva a uma dúvida considerável sobre a maior
eficácia biológica destes biomateriais, até que algum autor desenvolva protocolos alternativos que removem intencionalmente os leucócitos para reduzir a fase inflamatória, e assim obtermos um efeito comparativo. No que se refere à sua utilização clinica, a membrana de L-PRF pode ser facilmente manipulada e
utilizada como uma membrana alternativa na GBR com a função de barreira competitiva capaz de estimular a proliferação e diferenciação dos fibroblastos, osteoblastos e das células mesenquimais, pode ser suturada e ficar exposta na cavidade bucal com a função de proteger imunologicamente o
sitio cirúrgico a regenerar e pode levar mais estabilidade ao coágulo natural do paciente com ou sem adição de enxertos ósseos. Todas estas propriedades sugerem uma nova abordagem na regeneração guiada de tecidos onde a utilização de um material completamente autólogo e versátil pode ser
considerada uma verdadeira opção de tratamento eficaz. No que se refere ao A-PRF há literatura limitada sobre as evidências dos benefícios e limitações
deste novo concentrado em comparação ao L-PRF, mas devemos ter em conta que a validade dos resultados deve ser baseada na análise de artigos independentes dos autores que produziram os diferentes protocolos de centrifugação.

fonte: aqui

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