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IMPLANTES DENTÁRIOS – CURITIBA – COMPLICAÇÕES EM LEVANTAMENTO DE SEIO

PERFURAÇÕES EM SINUS LIFT

Este vídeo descreve brevemente como lidar com perfurações trans-cirúrgicas em levantamento de seio maxilar para enxerto ósseo. Acesse nossa área de implantodontia para mais informações.

Introdução em perfurações em sinus lift

As perfurações em sinus lift podem ser causadas por diversos fatores. Portanto, irregularidades do assoalho do seio, morfologia anormal do seio maxilar, presença de septos (22%), cistos (5%), entre outros são alguns quesitos que podem levar a essa ruptura.

A complicação intraoperatória mais comum da cirurgia pela técnica transalveolar é a perfuração da membrana sinusal. Assim, sua ocorrência pode ser confirmada pelo teste de Valsalva., chegando 10,4% dos casos. Em contrapartida, outra opção para verificar se houve perfuração durante a cirurgia de enxerto no seio maxilar é o uso de um endoscópio de fibra óptica. Entretanto, falhas nesse método podem ocorrer. Caso se observe a perfuração da membrana durante a intervenção, o cirurgião deve prosseguir com técnica da janela lateral de Tatum. Assim, nesta técnica, a perfuração da membrana sinusal ocorre com uma variação de 4,8 a 6%.

Sobretudo, A perfuração da membrana pode causar complicações tais como: infecção pela comunicação com outras cavidades e/ou risco de migração de partículas de enxerto para dentro do seio maxilar. As perfurações de sinus lift da membrana de Schneiderian não é uma indicação para abortar o procedimento. Por isso, manobras para se resolver esse problema incluem na dobra da membrana sobre ela mesma ou uso de uma membrana absorvível.. Ardekian et al. (2006), avaliaram a importância da perfuração de membrana sinusal durante elevação do seio maxilar. assim, O índice de sucesso dos implantes no grupo que tinha perfuração foi de 94.4% e aqueles que não sofreram perfuração foi de 93.9%. Portanto, a diferença entre os dois grupos de estudo não foi estatisticamente significante.

Classificação de perfurações

Vlassis e Fugazzotto (1999) apresentaram um sistema de classificação clássica de reparo para o tratamento de perfuração em sinus lift, baseado na localização e severidade dessa perfuração. Assim, a classificação foi subdivida nas seguintes classes:

  • I/II quando ocorre na região superior à osteotomia estendendo-se mésio distalmente. Em ambos os casos, a membrana por si própria, caba se dobrando sobre ela mesma durante o levantamento, selando assim a perfuração, sendo também tratada com membrana de colágeno reabsorvível ou sutura, após a colocação do enxerto ósseo.
  • III, são os que se localizam na região inferior da área osteotomizada estendendo-se mesio-distalmente.
  • IV, localizam-se os 2/3 centrais, sendo a colocação de membrana o tratamento mais adequado (adaptação Gapski).
  • V, localizam-se em áreas de extensa pneumatização do seio ou reabsorção grave óssea do rebordo. O tratamento é a osteotomia das irregularidades, sutura e colocação da membrana de colágeno.

As perfurações Classe I e Classe II são mais fáceis de serem separadas, enquanto que as de Classe 34 IV são as mais difíceis. Quando classificada e manuseada de modo apropriado, as perfurações de membranas sinusais não são indicações absolutas para abortar o procedimento de elevação de seio maxilar que foi iniciado.

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