0 Item
(41) 3023-0800

Este vídeo descreve brevemente como executar um caso de aumento de coroa clínico estético, ou cirurgia de sorriso gengival sem desgastes incisais.  Portanto, já existem ferramentas clínicas para obter um disgnóstico de seu sorriso gengival. Assim, o paciente poderá ter uma ideia do final da cirurgia antes mesmo do procedimento. Acesse Cirurgia de Sorriso Gengival

CIRURGIA DE SORRISO GENGIVAL

Introdução: 

Inicialmente, diversos instrumentos foram desenhados para facilitar o planejamento e o procedimento estético cirúrgico de aumento de coroa clínica, ou cirurgia de sorriso gengival. Dentre eles, as réguas e a sonda de Chu são a mais comuns. Assim, estes instrumentos facilitam a realização da cirurgia por meio de marcações coloridas. Facilmente visualizadas, dando a proporção de altura x largura de dentes anteriores e a distância da nova margem gengival até a crista óssea.

Tais instrumentos foram desenvolvidos para eliminar a aproximação subjetiva. Assim elas oferecem acesso visual direto durante o procedimento clínico ou laboratorial. O posicionamento ideal da borda incisal deve ser definido previamente às medições com a régua de proporção de Chu. Isso porque, a face incisal é  sada como referência. A sonda de Chu é utilizada para determinar o nível ósseo antes do rebatimento do retalho. Já a régua de altura é utilizada juntamente com a sonda para correção da altura da coroa clínica. Também, simultaneamente mara medir o espaço biológico. Esta última pode, também, determinar o local ideal para a borda incisal em casos onde está desgastada.

Vantagens da sonda de chu

Primeiramente, a utilização dos instrumentos de Chu diminuem os custos e o número de visitas, visto que não há necessidade de moldagem prévia de confecção de guia cirúrgico. Além disso, dentre outras modalidades de tratamento do sorriso gengival, com enfoque periodontal, apresentou um relato de caso no qual foi feito um guia cirúrgico de silicone após o enceramento diagnóstico do paciente. Posteriormente, Westphal (2010) denominou esta técnica de planejamento reverso e utilizou um guia de acrílico para definir a arquitetura gengival, direcionando a incisão e a quantidade de tecido a ser removida.

A guia cirúrgica

A guia estabelece referência para osteotomia e zênite e para simular o resultado. Gapski et al. cita a importância de se ter em mente o resultado final durante o planejamento e tratamento. Principalmente, em área estética e  usando as proporções dentárias serão alteradas. Assim, a confecção do enceramento diagnóstico e posteriormente do mock-up permitem a avaliação e  aprovação do paciente. Também, indica alterações previamente ao ato cirúrgico e restaurador, assim como  revisibilidade de resultados. Os autores relataram que o mock-up, por ser mais estreito que guias de acrílico, proporciona maior fidelidade durante a incisão, além de ser mais fiel na anatomia papilar. Ao contrário de instrumentos de proporcionalidade, os quais usam a mesma proporção para todos os dentes, o enceramento permite a individualização na proporção ideal de cada um deles.

A cirurgia

A erupção passiva alterada pode ser corrigida por meio de cirurgia periodontal com ou sem osteotomia, dependendo da presença de espaço suficiente entre a crista óssea e a JAC ou margem da restauração. O conhecimento da dimensão média da distância biológica, compreendida entre crista óssea e margem gengival, é importante na determinação da quantidade ideal de tecido gengival e ósseo a serem removidos.

Segundo Dr. Gapski, a maioria dos casos de correção de sorriso gengival é indicada o levantamento de retalho muco periosteal e osteotomia. Elas são necessários para restabelecimento do espaço biológico e estabilidade dos resultados obtidos. (sem reincidência)  Segundo o doutor, fator predisponente e característica comum a todos os casos de erupção passiva alterada é a presença de osso vestibular interdental espesso, sendo a exposição óssea imprescindível.

 

WhatsApp chat